" FUNDO DE QUINTAL "- MARY BALTH ÓLEO SOBRE TELA Sejam bem vindos a uma página vazia Na metamorfose fria, Que será súbito inundada Pela luz da poesia... Vou esperá-los nesta nossa caminhada, E a página agora em branco , de cores será bordada. Para nós é ANO NOVO muitas luzes , muita festa, nas cidades e nos campos.. Vamos brindar ao começo de uma nova caminhada. Caminhemos...
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Poetamorfose: RELEMBRANDO POEMAS - MEU TEMPLO, MEU SONHO
Poetamorfose: RELEMBRANDO POEMAS - MEU TEMPLO, MEU SONHO: Este poema é dedicado a todos os Templos de todas as religiões e crenças em todo o planeta. Quero acreditar que, nós os seres humanos &q...
RELEMBRANDO POEMAS - MEU TEMPLO, MEU SONHO
Este poema é
dedicado a todos os Templos de todas as religiões e crenças em todo o planeta.
Quero acreditar que,
nós os seres humanos "diferentes dos outros animais" (como
canto no meu "Poema à Natureza", já postado neste Blog), temos a real
necessidade de um lugar para descansar dos ruídos do mundo, das aflições de
cada dia, das lutas que enfrentamos a toda hora ... é pois, nesse lugar, visto
no meu sonho, simbolizado pelo Templo sustentado por Colunas bem firmes, de
formado retangular, direcionado aos quatro cantos da terra, que iremos nos
encontrar com nosso Mestre Interior, que do Oriente enviará sua mensagem
especial para cada um de nós , de acordo com sua fé. Com este reforço poderemos
continuar nossa jornada em busca de nossos ideais e da verdadeira PAZ de
espírito.
Alguns talvez, que
lerem o meu poema " Meu Templo, meu Sonho" o entenderão de modo mais
concreto e profundo quanto ao simbolismo de suas palavras.
Continuem
valorizando a POESIA, admirando aqueles que escrevem versos, que se dedicam à
tarefa de enviar mensagens de maneira sucinta e carregada de emoção por meio
dos versos.
Boa leitura.
Leiam com bastante atenção, deixem que a sonoridade das palavras entre em seus
corações e permaneça.
Hoje, façamos uma meditação em nosso Templo Interior.
Até breve, com mais
poemas.
MEU TEMPLO – “MEU
SONHO”
Mary
Balth SP 10/novº/ 1995
Ele vem no meu sonho,
E em sonhos vejo ...
Esta casa, o lugar da minha Paz !!!
De remotas lembranças ressurgido,
Bem no átrio, na entrada principal,
De colunas bem firmes, construído.
Posso vê-lo, retângulo sagrado,
Na penumbra do sonho, então pressinto,
Pelas fímbrias que filtram das janelas,
Enfeitadas de acácias amarelas.
Deslumbrada num grande encantamento,
Encantada a espreitar perdidamente,
Lá das brumas do sonho, posso ver ...
Sol e Lua, nas bandas do Oriente.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Poetamorfose: RETORNANDO... TÚNEL DO TEMPO - "PALAVRA REVELAÇÃO"...
Poetamorfose: RETORNANDO... TÚNEL DO TEMPO - "PALAVRA REVELAÇÃO"...: Nasceu a ideia para este poema quando andava de ônibus pela famosa Rua da Consolação, na nossa querida Cidade de São Paulo, Capital. É uma...
RETORNANDO... TÚNEL DO TEMPO - "PALAVRA REVELAÇÃO".
Nasceu a ideia para este poema quando andava de ônibus pela famosa
Rua da Consolação, na nossa querida Cidade de São Paulo, Capital. É uma rua
antiga, com casarios e lanternas nas sacadas. Então me inspirei nas
reminiscências daquela velha rua que me contava histórias, como se
entrasse no túnel do tempo e criei este poema.
Boa semana para todos, com muita paz e tranquilidade em seus
lares. Até breve, sempre com mais poemas e suas histórias.
P A L A V R A ( REVELAÇÃO )
Mary Balth 22.02.2002
Entro no túnel do tempo agora,
Revejo as ruas desta cidade.
Penso nas flores esbranquiçadas do meu jardim!
Entro nos sonhos, enquanto
durmo, derrubo muros do meu quintal,
Pressinto luas como mortalhas,
entrando tontas pelas vidraças,
Das naves frias da catedral...
Percebo trilhos, trilhos
vazios, descaminhados, não vão a nada...
Vejo bandeiras, de faixas
brancas, presas aos mastros,
sem inscrição.
E verdes frios, amarelados, que
não são verdes,
que não são nada...
Nas grandes placas desta cidade
quadriculada,
não vejo nada.
E nas janelas das velhas casas desabitadas,
Vejo lanternas já desbotadas, sem emoção.
Vejo
figuras pelas estradas perambulando
De vestes soltas, quase sem cor.
Procuro cores, percebo odores,
invoco o Verbo da Criação.
e na calçada, riscada em giz,
vejo a palavra tão almejada,
caligrafada no Idioma do meu País.
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