quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Poetamorfose: RELEMBRANDO POEMAS - MEU TEMPLO, MEU SONHO

Poetamorfose: RELEMBRANDO POEMAS - MEU TEMPLO, MEU SONHO: Este poema é dedicado a todos os Templos de todas as religiões e crenças em todo o planeta. Quero acreditar que, nós os seres humanos &q...

RELEMBRANDO POEMAS - MEU TEMPLO, MEU SONHO

Este poema é dedicado a todos os Templos de todas as religiões e crenças em todo o planeta.
Quero acreditar que, nós os seres humanos "diferentes dos outros animais" (como canto no meu "Poema à Natureza", já postado neste Blog), temos a real necessidade de um lugar para descansar dos ruídos do mundo, das aflições de cada dia, das lutas que enfrentamos a toda hora ... é pois, nesse lugar, visto no meu sonho, simbolizado pelo Templo sustentado por Colunas bem firmes, de formado retangular, direcionado aos quatro cantos da terra, que iremos nos encontrar com nosso Mestre Interior, que do Oriente enviará sua mensagem especial para cada um de nós , de acordo com sua fé. Com este reforço poderemos continuar nossa jornada em busca de nossos ideais e da verdadeira PAZ de espírito.
Alguns talvez, que lerem o meu poema " Meu Templo, meu Sonho" o entenderão de modo mais concreto e profundo quanto ao simbolismo de suas palavras.
Continuem valorizando a POESIA, admirando aqueles que escrevem versos, que se dedicam à tarefa de enviar mensagens de maneira sucinta e carregada de emoção por meio dos versos.
Boa leitura.   Leiam com bastante atenção, deixem que a sonoridade das palavras entre em seus corações e permaneça.
Hoje, façamos uma meditação em nosso Templo Interior.
Até breve, com mais poemas.  

                 MEU TEMPLO – “MEU SONHO”

                                 Mary Balth SP  10/novº/ 1995
                

                 Ele vem no meu sonho,
                 E em sonhos vejo ...
                 Esta casa, o lugar da minha Paz !!!
                 De remotas lembranças ressurgido,
                 Bem no átrio, na entrada principal,
                 De colunas bem firmes, construído.
                
         
        Posso vê-lo, retângulo sagrado,
                 Na penumbra do sonho, então pressinto,
                 Pelas fímbrias que filtram das janelas,
                 Enfeitadas de acácias amarelas.

                 Deslumbrada num grande encantamento,
                 Encantada a espreitar perdidamente,
                 Lá das brumas do sonho, posso ver ...
                 Sol e Lua, nas bandas do Oriente.



terça-feira, 18 de novembro de 2014

Poetamorfose: RETORNANDO... TÚNEL DO TEMPO - "PALAVRA REVELAÇÃO"...

Poetamorfose: RETORNANDO... TÚNEL DO TEMPO - "PALAVRA REVELAÇÃO"...: Nasceu a ideia para este poema quando andava de ônibus pela famosa Rua da Consolação, na nossa querida Cidade de São Paulo, Capital. É uma...

RETORNANDO... TÚNEL DO TEMPO - "PALAVRA REVELAÇÃO".

Nasceu a ideia para este poema quando andava de ônibus pela famosa Rua da Consolação, na nossa querida Cidade de São Paulo, Capital. É uma rua antiga, com casarios e lanternas nas sacadas. Então me inspirei nas reminiscências daquela velha rua que me contava histórias, como se entrasse no túnel do tempo e criei este poema.
Boa semana para todos, com muita paz e tranquilidade em seus lares.  Até breve, sempre com mais poemas e suas histórias.

                        P A L A V R A  ( REVELAÇÃO )

                                              Mary Balth  22.02.2002

       
        Entro no túnel do tempo agora,
        Revejo as ruas desta cidade.
        Penso nas flores esbranquiçadas do meu jardim!

Entro nos sonhos, enquanto durmo, derrubo muros do meu quintal,
Pressinto luas como mortalhas, entrando tontas pelas vidraças,
                 Das naves frias da catedral...
Percebo trilhos, trilhos vazios, descaminhados, não vão a nada...

Vejo bandeiras, de faixas brancas, presas aos mastros,
                 sem inscrição.
E verdes frios, amarelados, que não são verdes,
                 que não são nada...

Nas grandes placas desta cidade quadriculada,
 não vejo nada.
        E nas janelas das velhas casas desabitadas,
        Vejo lanternas já desbotadas, sem emoção.

        Vejo figuras pelas estradas perambulando
        De vestes soltas, quase sem cor.
Procuro cores, percebo odores, invoco o Verbo da Criação.
       
        e na calçada, riscada em giz,
        vejo a palavra tão almejada,

        caligrafada no Idioma do meu País.

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