" FUNDO DE QUINTAL "- MARY BALTH ÓLEO SOBRE TELA Sejam bem vindos a uma página vazia Na metamorfose fria, Que será súbito inundada Pela luz da poesia... Vou esperá-los nesta nossa caminhada, E a página agora em branco , de cores será bordada. Para nós é ANO NOVO muitas luzes , muita festa, nas cidades e nos campos.. Vamos brindar ao começo de uma nova caminhada. Caminhemos...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Poetamorfose: É Carnaval ...Para refletir " REALIDADE ( RETRATO ...
Poetamorfose: É Carnaval ...Para refletir " REALIDADE ( RETRATO ...: Convido a todos os leitores, a vestirem sua nova fantasia, assim no carnaval, também na vida. Particularmente, admiro este meu poema, sint...
É Carnaval ...Para refletir " REALIDADE ( RETRATO EM PRETO E BRANCO)
Convido a
todos os leitores, a vestirem sua nova fantasia, assim
no carnaval, também na vida. Particularmente, admiro este meu poema, sinto toda
a simbologia das palavras que consegui juntar e compor para formarem seu
conteúdo, em toda sonoridade, mesmo porque acredito “poesia tem que ter
sonoridade”. Esta é a mensagem deste poema considerando que sem a
fantasia podemos perder o colorido da vida, a vontade de viver. Apresento a
vocês os meus versos, entreguem-se aos sonhos e Boa Leitura.
REALIDADE ( retrato em preto e
branco)
Mary Balth 20.06.2001
Edifícios descascam,
ser humano, desbota
a criança de agora,
amanhã não será...
A rede no quintal, reminiscências
No sonho a fantasia é colorida,
Assim no carnaval, também na vida.
Mas, é a realidade em preto e branco
Fiel, original ou fotocópia ?
A vida é reciclável, é carnaval,
Transmuta a cada dia!
E em outro carnaval,
Põe nova fantasia.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Poetamorfose: REVIVENDO POEMAS- "CENAS DA CIDADE" APENAS PARA ...
Poetamorfose: REVIVENDO POEMAS- "CENAS DA CIDADE" APENAS PARA ...: Uma cena rotineira me proporcionou a ideia deste poema. Uma moça na calçada aguardando a condução. Existe algo mais comum num dia de seman...
REVIVENDO POEMAS- "CENAS DA CIDADE" APENAS PARA RECORDAR ..
Uma cena rotineira me proporcionou a
ideia deste poema. Uma moça na calçada aguardando a condução. Existe algo mais
comum num dia de semana qualquer? Entretanto, ao me dirigir até a janela, pude
observar lá embaixo a moça andando de um lado para outro, sua energia
transborda, exibe sua aflição... Meus pensamentos ali focados entenderam
sua mensagem, um sopro de vida a esperar pelo destino. Pode ser a qualquer
tempo, em algum lugar, numa grande cidade ou quem sabe em um pequeno povoado
distante, perdido no meio do nada, alguém estará a esperar pelos desígnios do
seu próprio destino, como entender? Temos pressa, não queremos esperar!
Assim, nascem de alguma forma as
crônicas, apenas por mera observação de coisas corriqueiras do dia a dia, num
recanto qualquer do universo.
Realmente o tempo passou depressa, nem
percebemos o transcorrer das horas e dos dias! Bom início de semana para os leitores em todo este planeta. Muita PAZ.
Cenas da Cidade
Mary Balth SP. 17/02/2011
Uma moça na calçada,
Aguardando a condução,
Impaciente caminha para um lado
e para o outro...
Num ponto de transição.
A moça pensa e repensa,
Os pensamentos estão soltos,
Como bichos sem controle,
A moça e suas promessas,
Seus desejos mais secretos,
Sepulta seus sentimentos,
Num canto escuro e profundo,
Tenta esquecer os seus sonhos,
Na rotina desse dia...
Será que o destino existe?
Pergunta a moça inocente,
As horas passam depressa...
É o relógio verdadeiro,
Nas horas que faz soar?
A lua se mostra leve
Nessa tarde de verão,
Aguarda a noite chegar,
Para exibir a beleza
De uma noite de luar...
Repica o sino na igreja,
O sol se põe no horizonte,
A chuva cai tão pesada,
Lavando os muros, as casas,
Lavando a alma, afinal...
E a moça na calçada,
Continua a esperar,
Um dia meu Deus, quem sabe,
Depois de tanto aguardar
Seu jardim vai florescer
E as rosas irão brotar!...
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