quinta-feira, 9 de outubro de 2014



 Um poema feito com AMOR para aqueles que ainda amam a delicadeza. Resposta a uns versos muito tristes e perfeitos nascidos ao final da 2ª guerra mundial ( 1945) elaborados pelo poeta Carlos Drumond de Andrade. 



CANTANDO O DOCE AMOR

     Mary Balth  14-12-1993

Eu prefiro ir cantando o doce amor,
Muito longe dos muros subterrâneos
Pendurado no cume dos telhados,
Balançando ao vento dos sobrados,
Enfeitado das cores do arco iris,
Sete cores de múltiplos matizes...

Eu não quero cantar o ódio amargo,
Ressequido, disforme, sem sabor,
Quero riso, alegria, aromas, flores,
Eu prefiro ir cantando o “doce amor” !!!...



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Grata pelos comentários dirigidos ao meu blog. A poesia também lhes agradece considerando que é muito raro alguém de bom coração não se interessar por estórias de sentimentos contadas em versos.

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