Este poema é
dedicado a todos os Templos de todas as religiões e crenças em todo o planeta.
Leiam com bastante atenção, deixem que a sonoridade das palavras entre em seus
corações e permaneça.
Hoje, façamos uma meditação em nosso Templo Interior.
Até breve, com mais
poemas.
MEU TEMPLO – “MEU SONHO”
Mary
Balth SP 10/novº/ 1995
Ele vem no meu sonho,
E em sonhos vejo ...
Esta casa, o lugar da minha Paz !!!
De remotas lembranças ressurgido,
Bem no átrio, na entrada principal,
De colunas bem firmes, construído.
Posso vê-lo, retângulo sagrado,
Na penumbra do sonho, então pressinto,
Pelas fímbrias que filtram das janelas,
Enfeitadas de acácias amarelas.
Deslumbrada num grande encantamento,
Encantada a espreitar perdidamente,
Lá das brumas do sonho, posso ver ...
Sol e Lua, nas bandas do Oriente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Grata pelos comentários dirigidos ao meu blog. A poesia também lhes agradece considerando que é muito raro alguém de bom coração não se interessar por estórias de sentimentos contadas em versos.