sexta-feira, 18 de agosto de 2017

revisitando poemas e pinturas - MEU POEMA " CONTANDO AS HORAS - A ALMA IMERSA NUM PENSAR SIOLENCIOSO"
















CONTANDO AS HORAS ( A ALMA IMERSA NUM PENSAR SILENCIOSO )
                                Mary Balth  12-04-2011  SPaulo

Ponteiros negros sobre um fundo branco,
Este relógio que não para nunca,
Ah ! Este relógio que não quer parar!
- Mostra-me as horas, os minutos lentos,
Vejo silente a flor desabrochar...

Quatro paisagens desenhadas foram,
Lá fixadas numa tela fria,
Ali percebo o alvorecer sorrindo,
E bem no alto é pleno meio-dia.
E mais além chegando o anoitecer,
Em mais u, quadro eterna noite escura.

A quarta parte está completa agora,
Tudo retorna na manhã seguinte,
Tudo retorna mas um dia acaba,
Finalizando assim todas as coisas,
Todas as coisas já iniciadas.



acima MEU TRABALHO - " RELÓGIO DO DIA" AMANHECER- MEIO DIA- ANOITECER- NOITE TOTAL. -  óleo sobre tela. 

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Grata pelos comentários dirigidos ao meu blog. A poesia também lhes agradece considerando que é muito raro alguém de bom coração não se interessar por estórias de sentimentos contadas em versos.

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