Abaixo
transcrevo o meu poema que consegui captar de uma cena lamentável e transformar
em versos. Bons negócios, felizes dias e Boa Leitura.
CIDADE
GRANDE ( ROTINA E REALIDADE CRUEL...)
Mary
Balth SP. 31.05.2001
É um corpo que cai,
É um ser que despenca!...
Na calçada, onde jaz.
Transeuntes que passam,
Largos passos têm pressa
Seus olhares desviam,
Sem olhar para trás.
Nas fachadas, tão perto,
De janelas cerradas,
Como punhos fechados,
A cidade se esconde!
Por detrás de altos muros.
Já não vê, nem pressente,
Já não ouve nem sente,
Enterrou sua alma,
Nas calçadas de pedra.
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Grata pelos comentários dirigidos ao meu blog. A poesia também lhes agradece considerando que é muito raro alguém de bom coração não se interessar por estórias de sentimentos contadas em versos.