Quando intui estes versos, foi pensando na essência de uma
única palavra “LIBERDADE”. Após, pensando bem, entendi. De que vale a “liberdade”
sem os direitos primordiais que deveriam ser assegurados a todos,
indispensáveis para desfrutá-la?
Então, este poema é para mim, bastante profundo, simples
em suas palavras, porém fortíssimo no conteúdo daquilo que desejei exprimir!
Peço que meditem, pois temos todos também dentro de nós “um menininho”
prisioneiro, aguardando por sua libertação. Proponho que olhem com mais carinho
especialmente para os dois últimos versos, o questionamento principal
do meu poema : Quem dará ao menininho, a chave dessa prisão? ...
Bons pensamentos. Aguardemos melhores dias em todos os
recantos do nosso planeta. Até breve.
Poema (canto de
libertação)
Mary Balth 26.junho.1998
Quando eu vejo o passarinho,
Cantando no seu cantar,
Eu penso no menininho,
Tão pobre, triste, sozinho,
Chorando no seu chorar.
Vive a ave solitária,
Na gaiolinha a sonhar,
Também sonha o menininho,
Tão triste no seu quartinho,
Sonhando no seu sonhar...
Em seu quarto o pobrezinho,
Aperta o seu coração,
Quem dará ao menininho,
A chave desta prisão!?
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Grata pelos comentários dirigidos ao meu blog. A poesia também lhes agradece considerando que é muito raro alguém de bom coração não se interessar por estórias de sentimentos contadas em versos.