CONTANDO
AS HORAS ( A ALMA IMERSA NUM PENSAR SILENCIOSO)
Mary
Balth 12-04-2011
Ponteiros negros sobre um
fundo branco,
Este relógio que não para
nunca,
Ah! Este relógio que não
quer parar!
- Mostra-me as horas, os
minutos lentos,
Vejo silente a flor
desabrochar...
Quatro paisagens desenhadas
foram,
Lá fixadas numa tela fria,
Ali percebo o alvorecer
sorrindo,
E bem no alto é pleno
meio-dia.
E mais além chegando o
anoitecer,
Em mais um quadro eterna
noite escura.
A quarta parte está
completa agora,
Tudo retorna na manhã
seguinte,
Tudo retorna, mas, um dia
acaba,
Finalizando assim todas as
coisas,
Todas as coisas já
iniciadas.
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Grata pelos comentários dirigidos ao meu blog. A poesia também lhes agradece considerando que é muito raro alguém de bom coração não se interessar por estórias de sentimentos contadas em versos.